O ancião dragão Nicol Bolas, lançando as bases de planos futuros, atrai os Planeswalkers Jace Beleren e Chandra Nalaar a Zendikar em busca da misteriosa câmara conhecida como o Olho de Ugin. Jace chega e encontra Chandra em batalha contra Sarkhan Vol, um dos lacaios de Bolas. Em sua luta, o Olho — sem que nenhum deles soubesse, a prisão que mantinha os Eldrazi aprisionados no plano — é danificado.
Com o Olho danificado, uma enxurrada de Crias Eldrazi se derrama para fora das montanhas de Akoum por todo o plano. Sorin Markov chega e encontra um plano muito diferente do que era havia milênios. Precisando de um guia e aliados, ele se une à temível guerreira elfa Nissa Revane em uma jornada para alcançar o Olho de Ugin e reselar a prisão. Sem que Sorin saiba, Nissa acredita que destruir o Olho permitirá que fujam do plano. Em vez de reparar a prisão, ela a rompe por completo, libertando os Titãs Eldrazi de seu confinamento.
É durante essa época de crise que Gideon Jura, que outrora capturou Chandra Nalaar para levá-la à justiça, a busca para fazer as pazes. Seu rastro o leva a Zendikar, e à maior ameaça que já enfrentou…
Antes de tudo, Gideon Jura é um guerreiro. Sua arte mágica serve à sua lâmina, e sua lâmina serve àqueles que precisam.
Gideon está longe de ser perfeito. Um jovem problemático e raivoso, Gideon cometeu crimes e passou um tempo na prisão — uma parte de sua vida sobre a qual raramente fala. Então um mago poderoso tomou o jovem Gideon sob sua tutela e o ajudou a apurar suas habilidades. Embora tenha um lado sombrio, Gideon se posicionou firmemente ao lado da honra e da justiça. Não esquecerá as provações de seu passado, e agora se dedica a ajudar aqueles que não podem se ajudar.
Gideon apareceu pela primeira vez em The Purifying Fire, uma aventura de Planeswalker de Laura Resnick, como um caçador de recompensas rastreando Chandra Nalaar pelo Multiverso. Ele a alcançou depois que ela destruiu o Sanctum of Stars durante sua segunda tentativa de roubar um pergaminho no plano de Kephalai. Na época, Gideon trabalhava para a Ordem de Heliud, uma organização religiosa que eventualmente tentou matar Chandra. A fé de Gideon na ordem foi testada, e ele e Chandra se separaram em termos hostis.
Após um curto período, ele lamentou a forma como as coisas terminaram e decidiu encontrá-la. O rastro de éter dela estava há muito frio, mas ele tinha alguma ideia de para onde ela ia. O pergaminho roubado continha um mapa parcial para o Olho de Ugin, um tesouro desconhecido em Zendikar. E Gideon sabia que o mistério tentador seria irresistível para a impetuosa piromante. Ele havia viajado o suficiente para conhecer a perigosa reputação de Zendikar: um mundo que atraía Planeswalkers e então os matava de inúmeras maneiras horríveis.
Chandra não era uma mulher que apreciaria seu instinto protetor, mas não era de sua natureza abandonar um amigo, mesmo que cabeça-dura e difícil. Quando ele chegou a Zendikar, Chandra não estava em lugar nenhum. E o desejo de Gideon de proteger inocentes o colocou em perigo enquanto ele se via enredado na carnificina que varria o interior do plano.
O rastro de Chandra chegou a um beco sem saída em uma passagem de montanha árida em Akoum, e não havia mais nada que ele pudesse fazer. Gideon considerou transplanar para longe daquele mundo violento naquele mesmo instante, mas estava exausto após rastreá-la por dois dias — e quase morrendo em várias ocasiões — e queria uma boa noite de sono, ou o mais próximo possível disso no inóspito mundo de Zendikar.
Com o crepúsculo chegando, ele refez o caminho pela trilha até um acampamento de muros altos que havia passado mais cedo naquele dia. O soldado no portão estava relutante em deixá-lo entrar depois de escurecer, mas Gideon apontou para a lasca de sol que ainda aparecia acima das altas falésias ao redor do assentamento. Por fim, o soldado grisalho o admitiu no interior das muralhas com um rude "Bem-vindo a Forte Keff, o refúgio mais seguro de Akoum."
Keff não era grande coisa de se ver, mas era bem protegido. A muralha havia sido construída na entrada de um ravina profundo, de modo que estava protegido em três lados por rocha. Dentro do forte, a maioria dos habitantes vivia em habitações robustas encostadas na parede da falésia. Os exploradores e caçadores de armadilhas podiam montar suas tendas sob a rocha saliente, que os protegia dos predadores do céu. No fundo do ravina, havia um rio veloz que desaparecia em um túnel na rocha — um suprimento natural de água crucial para a longevidade do refúgio. Após conversar com os moradores, Gideon soube que Keff mantinha uma renomada escola para curandeiros, que cultivavam jardins de ervas nas saliências com vista para o rio subterrâneo. A população do forte era excepcionalmente jovem — muitas tribos enviavam seus filhos para viver na relativa segurança do forte.
Depois de trocar algo por um pedaço de carne de gnarlid com manchas de gordura, Gideon se instalou perto de um aventureiro marcado por cicatrizes chamado Tafre, que lhe ofereceu lugar em sua fogueira. Enquanto compartilhavam a comida, Tafre se mostrou um habilidoso contador de histórias, fiando contos inacreditáveis de suas aventuras como desarmadilheiro para a Casa Expedicionária de Akoum.
— E então a inscrição rúnica na pedra-chave explodiu. Ainda bem que tirei a cabeça do caminho — disse Tafre, rindo. Ele removeu a luva de couro e mostrou a Gideon o pedaço de carne que faltava no meio de sua palma.
— Acho que nunca vi um buraco na mão de um homem antes — disse Gideon. — Pelo menos, não de um homem que ainda estivesse vivo.
— É, havia algum encantamento naquela armadilha. Misturado ao ferimento, eu diria — respondeu Tafre. — Mas pegamos o amuleto. Os fazedores de armadilhas não conseguiram me enganar.
Logo o tom da conversa mudou. Tafre começou a contar a Gideon as histórias perturbadoras que circulavam pelos refúgios por todo Zendikar. As coisas estavam estranhas há algum tempo. A terra estava mais volátil do que o habitual, o que já era dizer muito, considerando o quanto o mundo já se agitava. Gideon já havia tido um encontro com a Ondulação, escapando por pouco de um redemoinho colossal que varreu a passagem de montanha tão inesperadamente quanto uma tempestade de neve no deserto.
— O que causa essa mudança? — perguntou Gideon.
— Alguns acham que a terra está com raiva — disse Tafre hesitantemente.
— E o que você acha? — insistiu Gideon.
Tafre ficou em silêncio por um longo momento. Então olhou ao redor como um homem com algo a esconder. — Você parece um homem bem viajado. Já viu coisas estranhas, tenho certeza. Então talvez não me julgue se eu soar um pouco… confuso. Explorei grande parte deste mundo, fiz coisas que me deram pesadelos mais de uma vez. Mas o que vi há dois dias…
Tafre fez uma pausa, com a pele pálida e as mãos tremendo. Preocupado, Gideon lhe passou um cantil. Tafre bebeu longamente e então continuou.
— Não costumo me aventurar pelo mato sozinho. É melhor com companhia, é claro. Mas eu conheço estas montanhas. Estava caçando javali no bosque de jaddi bem abaixo da Crista Serrilhada. De repente o mundo ficou negro. Não como se a noite tivesse caído, mas como se eu tivesse sido empurrado para dentro de um caixão e deixado para morrer. No entanto, eu estava acordado. Admito que entrei em pânico. Correr às cegas foi uma tolice, e bati em algo duro. E então não me lembro de mais nada… até acordar em um campo de carne.
Gideon inclinou a cabeça com surpresa. — Carne? Como em pele?
Tafre bebeu do cantil novamente. — Eu sei que parece impossível, mas o bosque havia se tornado uma extensão de carne e osso, tudo misturado com esse pó amarelo que queimava meu nariz e meus olhos. Um pó que tingiu o horizonte de um brilho açafrão. Grumos de sangue e cabelo grudavam nas minhas roupas, mas eu não estava ferido. Tive que vadear pela carnificina até o joelho até chegar à crista. Escalando, vi que o mundo do outro lado ainda era uma natureza intocada. Mas o que havia atrás de mim era inimaginável… uma coisa da loucura.
Gideon considerou o relato. — Não uma ilusão, suponho.
Tafre sacudiu a cabeça com mistura de tristeza. — Ainda consigo sentir o gosto de sangue. O pó se infiltrou na minha pele. Não consigo parar de me perguntar de quem havia sido aquela carne.
Naquela noite, Gideon sonhou com Chandra envolvida em chamas brancas. Ela estava gritando. Não, ele percebeu — o grito estava fora do sonho: um brado animalesco de medo e dor. Gideon estava de pé antes de estar completamente acordado. Ainda era noite, mas pessoas se aglomeravam ao longo da borda do ravina observando uma criatura ferida se arrastar pela margem do rio. Era um humanóide grande e robusto, com uma testa proeminente e ombros musculosos e curvados. Suas características eram vagamente aquáticas, embora não fosse como os tritões que Gideon havia encontrado em Zendikar. Os soldados o espancaram com clavas até ele desabar e jogaram uma rede pesada sobre ele enquanto ele guinchava em uma língua desconhecida.
— Você já viu criaturas assim antes? — perguntou Gideon a Tafre, que havia aparecido a seu lado.
— É um surrakar — respondeu Tafre. — Os da espécie vivem principalmente em Bala Ged, longe daqui. Não consigo imaginar como ele foi parar em Keff.
— É inteligente? — perguntou Gideon enquanto observava os soldados arrastarem o surrakar subjugado para uma jaula de madeira perto do portão principal e o empurrarem para dentro com brutalidade.
— Que nada, são só animais — disse Tafre.
Gideon esperou até a multidão se dispersar e ficou sozinho com o surrakar. Sua respiração era rasa e laboriosa, e ele encarava Gideon com pequenos olhos negros. Mas havia emoção e inteligência naquelas pupilas escuras, e Gideon sentiu imediatamente pena da criatura cujo único crime parecia ter sido surgir no lugar errado na hora errada.
Gideon estava prestes a ir embora quando a mão garrada da criatura atravessou as grades e agarrou seu braço com força.
— Os deuses estão chegando — ela sibilou. — Me mate agora.
Gideon não tinha dúvida de que o capitão da guarda de Keff era um homem honesto que levava seus deveres a sério. Ainda assim, Gideon havia conseguido cair nas graças ruins do homem, apesar de seus melhores esforços para ser diplomático em uma situação que se deteriorava rapidamente. Refugiados haviam chegado ao refúgio já lotado durante toda a manhã. Então, ao meio-dia, um grande grupo de mulheres e crianças chegou ao portão — muitos deles feridos e todos aterrorizados. Haviam fugido de sua aldeia enquanto seus guerreiros morriam combatendo algo que chamavam de "insetos demoníacos." Nenhum deles parecia em seu juízo perfeito, o que o capitão atribuía ao medo, mas que Gideon suspeitava ser algo muito mais insidioso.
Era isso pelo menos o que ele estava tentando dizer ao capitão, que se recusava a ouvir Gideon e suas histórias sobre o "surrakar falante."
Gideon amaldiçoou a mente provinciana do capitão. Não era culpa do homem, é claro. Mas Gideon não podia explicar abertamente por que as informações do surrakar eram tão cruciais. Havia passado horas tentando conversar com a criatura. Pelo que conseguia depreender de sua fala rudimentar, os "deuses" que outrora reverenciava vinham de além do mundo. Haviam sido arrancados de um vazio sem cor, sem tempo e sem fronteiras. E a menos que fossem detidos, os deuses "mastigariam a carne e cuspiriam os ossos" de toda existência. Essa parecia ser uma tradução aproximada, mas Gideon captou a essência.
E apenas um Planeswalker como Gideon sabia verdadeiramente o que isso significava.
— Estou com crianças saindo pelos ouvidos — o capitão bufou. — Sem comida de reserva para falar. Apenas um punhado de homens em condições de lutar. E insetos demoníacos descendo as colinas com intenção de nos matar. E você quer que eu converse com um homem-peixe? Se não sair do caminho, vai dividir a jaula com ele!
— Senhor — disse Gideon —, duvido que sejam insetos demoníacos…
O capitão de rosto avermelhado ergueu a mão em aviso. Gideon suspirou. — Se não quiser me ouvir, pelo menos me deixe ajudar. Já estive em campos de batalha mais de uma vez.
O capitão deu-lhe um sorriso cansado. — Agora sim estamos falando a mesma língua.
O ataque começou com pó amarelo. A nuvem doentia varreu o refúgio no exato momento em que a equipe de trabalho terminava os reforços na muralha interior. Gideon estava na torre de guarda quando ela o engolfou. Ele se atirou na plataforma e cobriu o rosto com o braço. Lutou para respirar no ar arenoso, o gosto acre de sangue inundando sua boca exatamente como Tafre havia descrito. Uma memória desagradável de corpos em chamas preencheu a mente de Gideon. O pó era como a cinza de uma pira ainda ardente.
Quando o pior havia passado, Gideon lutou para ficar de pé e viu que o inimigo já estava nos portões.
Dezenas de criaturas enxameavam abaixo da muralha. Algumas caminhavam em duas pernas enquanto arrastavam apêndices semelhantes a garras pelo chão. Outras se precipitavam em quatro, com múltiplos membros e tentáculos se ramificando de seções aleatórias de seus corpos membranosos. As estranhas criaturas emitiam lamentos ocos e perturbadores que testavam a resolução inabalável de Gideon. As criaturas pareciam parcialmente decompostas, sua carne segmentada em uma treliça assimétrica. Matizes pastéis brilhavam fracamente de dentro de seus corpos, a cor suave uma zombaria de sua natureza horrífica.
Elas se chocaram contra a muralha, que balançou sob as botas de Gideon. Os arqueiros na plataforma recuperaram os sentidos e dispararam salva após salva. Mas as flechas deslizavam para dentro das criaturas como uma faca em manteiga mole e não faziam nada para desacelerar o ataque. A menos que Gideon agisse, Forte Keff estaria perdido. De seu cinto, Gideon removeu o sural, uma arma de múltiplas lâminas semelhante a um chicote. Ele firmou a mente até o medo se dissipar e os ensinamentos de seu mentor inundarem sua cabeça. Então saltou para a refrega.
Sou o centro, ele pensou, fazendo o mana fluir como cacos de vidro em suas veias. Era como seu mestre havia dito: Poder e sacrifício só podem coexistir, como um olho e o sentido da visão. A luz envolve meus inimigos, e eles estão cegos para tudo exceto eu. Se algum coração dever ser silenciado, que seja o meu.
Quando a água é despejada em um funil, ela percorre um curso inevitável ao redor do eixo. Assim foi com Gideon quando as criaturas voltaram sua atenção apenas para ele. A arte mágica de Gideon soou alto em sua mente — uma distração necessária de seus gritos do além-mundo, dos golpes que atingiam sua pele desprotegida e de qualquer emoção que pudesse distraí-lo. Ele enrolou as fitas metálicas de sua arma tão rapidamente que o próprio ar se tornou como uma lâmina. Dor, ele pensou. Eu a sinto, mas ela não me quebra. Morte. Se vier agora, que assim seja.
Os gritos dos soldados na muralha romperam sua consciência enquanto a pilha de carne rósea e escorregante crescia ao redor dele. Em breve o sural estava imóvel, e Gideon estava de pé em pernas machucadas e trêmulas. Maltratado, mas vivo.
Assim diz o ensinamento, ele se lembrou mais uma vez: A dor é bem-vinda. A morte é inevitável. A honra é o único legado que um homem deve almejar.
Uma aclamação ergueu-se de dentro do forte. Uma escada de corda foi atirada de cima, e os habitantes gratos ajudaram Gideon a voltar para a plataforma. Forte Keff havia sido salvo.
E então ele apareceu no horizonte.
Uma vez, Gideon havia exigido que seu mestre lhe contasse mais. Mais sobre as Eternidades Cegas. Mais sobre outros planos. Mais sobre tudo. Seu mestre riu: "Nenhum homem pode jamais compreender tudo que não sabe."
Ali no horizonte estava tudo que Gideon não sabia. Entorpecedor, fantasmagórico, quarenta e cinco metros de altura… uma coisa da loucura. Ele pairava acima da terra, seus tentáculos estendidos por uma paisagem reduzida a uma cratera árida por sua passagem. Ao longe, Gideon podia ver uma ondulação no ar ao redor dele, como ondas de choque de energia vibrando de seu núcleo. As montanhas se desmoronavam como areia. O vermelho se esvaía das rochas, o azul desbotava do céu. A vida se tornava um vazio.
Com um estremecimento de resignação, Gideon soube que não poderia derrotar aquela força. O mago mais poderoso seria simplesmente cinza ao vento. Ao testemunhar o "deus," ele não tinha dúvida de que o que o surrakar lhe havia dito era verdade. Esse era o caos das Eternidades Cegas tornado corpóreo.
Ao seu lado, o capitão da guarda caiu de joelhos e começou a gemer suavemente. Gideon o ergueu com brusquidão e o virou à força, tirando-o da visão da criatura colossal que pairava ao longe.
— Solte o surrakar. Ele os guiará para fora pelo rio subterrâneo. Levem todos e fujam!
— Mas para onde devemos ir? — o homem chorou.
— O mais longe que puderem — Gideon respondeu. — Vou buscar ajuda.
Do alto da muralha, Gideon esperou até que os últimos sobreviventes estivessem fora de vista. Por um instante, ele observou ele derivar preguiçosamente pelo horizonte — obliterando tudo em seu rastro. Ele reduzia toda vida a grãos e pó sem misericórdia. Não parecia haver propósito algum por trás de suas ações. Era implacável, inconsciente e aparentemente imparável.
Gideon sabia que seria necessário muitos de sua espécie para deter essa ameaça. Havia ouvido falar de uma organização que operava entre planos. Uma organização de Planeswalkers. Ele viajaria a Ravnica e os encontraria. Esperançosamente, ainda haveria algo de Zendikar restante quando voltassem. Gideon sussurrou um voto de retornar e transplanou.
📝 Notas do tradutor — A Batalha de Forte Keff
O prólogo narrativo em prosa (contexto sobre os eventos anteriores) foi traduzido integralmente, pois integra o texto literário publicado originalmente.
"150 feet tall": convertido para "quarenta e cinco metros de altura" para naturalidade em pt-BR, mantendo a escala de impacto sem nota de rodapé.
Os pensamentos de Gideon em combate foram mantidos em itálico, sem travessão, em linha corrida com o texto — distintos dos mantras isolados, pois aqui são parte de um monólogo interior contínuo e não frases de autocontrole pontuais.
"Gnarlid meat": "carne de gnarlid" — nome da criatura mantido, conforme glossário.
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